Paulo observou os freqüentadores do Areópago em Atenas e verificou seu espírito de curiosidade pelas últimas novidades. Isto também acontece hoje. Há um desejo de se conhecer as novidades no campo da moda, da ciência, da tecnologia, da cultura e outras mais. “Você viu o novo modelo de carro?” “Já comprou o novo celular?” Todos vivemos neste ambiente e ele nos afeta.
A tendência por essa modernidade é compreensível e salutar. Destaca o espírito investigativo do ser humano, que sempre quer saber mais. Contudo, há ainda um outro aspecto que é preciso salientar. Essa inclinação pelas novidades cria preconceitos contra os que não gostam de mudanças e favorece a premissa de que tudo que é novo é bom e tudo o que é antigo está superado e deve ser descartado.
Como resolver esse impasse? Sem negar a necessidade e utilidade do que é novo, é forçoso reconhecer que há coisas que não podem ser mudadas, mormente no plano espiritual. A prática do pecado começou em Adão, permanece até hoje e não pode ser alterada a não ser pela intervenção restauradora de Cristo. Faz parte da nossa própria essência.
Por outro lado, a fé na existência de um Deus criador, provedor e redentor não é passível de mudança. Ele é Único, Verdadeiro e Imutável. Dele a Bíblia diz que é o mesmo ontem, hoje e para sempre (Hb 13.8).
E o homem muda? Sim, pode e precisa mudar. Se continuar dominado pelo pecado sucumbirá sem esperança de resgate. Mas, ao se voltar para Cristo, livrar-se-á do peso da condenação para receber o prêmio da vida eterna.
É a sua hora de decisão. Você vai permanecer impassível, resignado, confiando em tradições religiosas ou familiares inoperantes? Vai adotar a nova moda que apregoa
a inexistência ou indiferença de Deus? Ou vai correr na direção de Cristo para receber
a mesma graça redentora do Salvador que restaura o homem que crê? Decida! - CT
Só a graça restauradora de Cristo renova a vida.


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