Na casa de Naamã as coisas caíam na vista. Quem vivesse por alguns dias ali, logo perceberia o que estava acontecendo. O uniforme de general com todas as suas distinções de repente não importava mais. A triste realidade se desmascarava. Aquele homem, orgulho da nação, era profundamente infeliz. Sua doença incurável o atormentava. Tudo ele havia feito, mas a ajuda esperada não vinha. Logo até a pequena escrava trazida de Israel já percebeu tudo.
Nem precisou entender bem o idioma para notar que seu patrão tinha problemas. Então ela começou a imaginar como poderia ajudá-lo. Ela sabia de um Deus vivo. Conhecia o profeta Eliseu. Sabia que para o Deus de Israel, vivo e verdadeiro, não havia impossíveis. Mas, como dizer isso a um general? Como ela - uma escrava - ousaria lhe falar do Deus de Israel?
Os dias iam passando. Cada vez que via o seu patrão, ela sentia uma grande tristeza no seu coração. Ela pensava: este homem tem tudo, mas é infeliz. Este homem é tão poderoso, mas não tem paz. Este homem sabe de tudo, mas não sabe do agir de Deus. Isso a fez orar e clamar ao Senhor. Então chegou o dia em que ela chamou a sua patroa e disse: sinto muito pela situação do seu esposo.
Eu vejo toda a angústia de vocês. Eu também sei onde ele poderia encontrar ajuda. Se ele fosse ao homem de Deus, o profeta em Samaria, ele o curaria. - Não foi uma grande pregação. Foi um simples testemunho. Não foram palavras impressionantes, mas era tudo o que Naamã precisava saber: existe um Deus que pode curar e salvar. Mas ele tinha de ir a ele. Ele tinha de ir ao profeta. Ele tinha de ouvir a mensagem do profeta. Ele tinha de ser confrontado com o que o Senhor esperava dele.
Quanto Deus necessita de testemunhas assim! Quem sabe, você há tempo sente que deveria falar a alguém acerca de Jesus e da sua salvação. Comece hoje e se deixe surpreender pelo que o Senhor fará. - LS
Por mais que uma pessoa possa ter ou ser, sem Jesus ela no fundo não tem nada!

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