
Na nossa caminhada pela vida enfrentamos muitas situações diferentes umas das outras, e em todas elas podemos experimentar a presença ou a falta de Deus ao nosso lado.
Geralmente, quando os problemas são contornáveis e estão dentro da nossa limitada compreensão, fica mais fácil perceber a mão de Deus nos direcionando e nos convencermos da sua atuação.
Entretanto, há as situações que fogem ao nosso controle, que requerem maior empenho de nossa parte para deixarmos o controle total nas mãos de Deus e lembrar que, afinal, Jesus é verdadeiramente o Filho de Deus e tem o poder para fazer o que quiser das nossas vidas. Muitas vezes fazemos como Pedro na leitura de hoje, aceitando desafios na convicção de que somos capazes de vencer os obstáculos, e por alguns momentos podemos até dar alguns passos na direção certa. Mas num momento de distração e fragilidade nos desviamos do alvo e então as circunstâncias tornam-se enormes e fazem com que o chão suma sob os nossos pés.
Não sei se Pedro, quando começou a andar sobre as águas, achou que tivesse algum mérito nisso ou que se tenha fiado em suas próprias forças. De qualquer forma, por um segundo desviou o olhar de Jesus e começou a afundar.
Estar nu diante de Deus é reconhecer a nossa fragilidade e não ter nem mesmo um fio de tecido sobre o nosso corpo com que possamos nos resguardar. É sentir o frio e reconhecer que somente o calor do amor de Jesus pode nos aquecer, pois vai além de qualquer ajuda convencional. É sentir-se como um bebê recém-nascido, totalmente dependente dos braços da mãe e incapaz de se aquecer sozinho.
Nesses momentos é preciso manter o olhar fixo no rosto daquele que é o nosso Salvador, sem que nada ao nosso redor desvie nossa atenção, para não perdermos a chance de receber os cuidados de Jesus. - APS
Geralmente, quando os problemas são contornáveis e estão dentro da nossa limitada compreensão, fica mais fácil perceber a mão de Deus nos direcionando e nos convencermos da sua atuação.
Entretanto, há as situações que fogem ao nosso controle, que requerem maior empenho de nossa parte para deixarmos o controle total nas mãos de Deus e lembrar que, afinal, Jesus é verdadeiramente o Filho de Deus e tem o poder para fazer o que quiser das nossas vidas. Muitas vezes fazemos como Pedro na leitura de hoje, aceitando desafios na convicção de que somos capazes de vencer os obstáculos, e por alguns momentos podemos até dar alguns passos na direção certa. Mas num momento de distração e fragilidade nos desviamos do alvo e então as circunstâncias tornam-se enormes e fazem com que o chão suma sob os nossos pés.
Não sei se Pedro, quando começou a andar sobre as águas, achou que tivesse algum mérito nisso ou que se tenha fiado em suas próprias forças. De qualquer forma, por um segundo desviou o olhar de Jesus e começou a afundar.
Estar nu diante de Deus é reconhecer a nossa fragilidade e não ter nem mesmo um fio de tecido sobre o nosso corpo com que possamos nos resguardar. É sentir o frio e reconhecer que somente o calor do amor de Jesus pode nos aquecer, pois vai além de qualquer ajuda convencional. É sentir-se como um bebê recém-nascido, totalmente dependente dos braços da mãe e incapaz de se aquecer sozinho.
Nesses momentos é preciso manter o olhar fixo no rosto daquele que é o nosso Salvador, sem que nada ao nosso redor desvie nossa atenção, para não perdermos a chance de receber os cuidados de Jesus. - APS
Não podemos ver Jesus, mas a confiança nele revela a realidade da sua presença.

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