Todos somos detentores de direitos e sujeitos a obrigações. Ninguém é livre para fazer o que bem entende, transgredindo a lei ou contrariando o bom senso, sem sofrer conseqüências desagradáveis. Por outro lado, é da própria essência do ser humano alinhar pretextos que justifiquem deveres não cumpridos.Nesta conhecida parábola, Jesus fala de um homem que ofereceu um grande banquete e convidou muitas pessoas. Um a um, todos apresentaram pretextos para não comparecerem, oferecendo desculpas sem consistência.
O que recusou porque comprou um campo poderia perfeitamente examiná-lo mais tarde. O que adquiriu cinco juntas de bois não faria a transação sem antes conhecê-los. Por que prová-los justo agora? E o que se casou apresentou o próprio casamento como pretexto. Ora, casais recém-casados não perdem oportunidades de participar de um grande banquete como esse que lhes foi oferecido.
Os pretextos não foram aceitos pelo Senhor que os convidou. Diante da recusa dos primeiros, o anfitrião convidou os pobres, os desvalidos e toda sorte de necessitados. Estes não apresentaram pretextos e se beneficiaram da generosidade daquele Senhor.
Hoje, o que surpreende o observador que examina o comportamento dos que se recusam a receber Cristo em suas vidas é a inconsistência de seus pretextos: “Não tenho tempo”. “Já tenho uma religião”. “Deus é bom e não condenará ninguém”. “Não tenho pecado”. “Minha consciência não me acusa”. “Todos os caminhos levam a Deus”. “Não aceito e nem rejeito a Cristo”.
Poderia numerar dezenas de outros pretextos. Mencionei apenas alguns. Estará aqui o seu? Ou você tem outros a oferecer?
Leia de novo a parábola: nenhum daqueles que foram convidados provará a minha ceia.
O convite de Cristo é especial para você. Vai permitir que outro tome o seu lugar? Venha agora a Jesus. Alegre o coração do Salvador. Ainda é tempo de você participar da grande ceia. - CT
Assegure a sua cadeira cativa no banquete do amor de Deus.

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