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Fala Pastor Silas


Hoje, dia 08/11/2012 estamos iniciando uma série de palavras direcionadas à Igreja, nesta página do nosso Blog. é uma benção poder utilizar mais esta ferramenta preparada pelo Discípulo Marcio, pois sei que através dela poderemos nos comunicar melhor concernentes aos assuntos do Reino.
Abraço a Todos;
Fiquem na Paz de Cristo.
Pr. Silas Lima

Achado

Sempre ouvimos afirmações assim: “Deus nos deixou”, quando, na verdade, somos nós que nos afastamos. A distância entre o homem e Deus se torna maior não porque Ele se afasta de nós; pelo contrário, nós é que deixamos de trilhar os caminhos em companhia do nosso Senhor. Há até aquele célebre poema “Pegadas na areia”, de Margareth Fishback Powers, no qual o personagem, olhando as pegadas na areia, vê apenas duas e queixa-se que Deus o abandonou quando mais precisava, e o Senhor responde que não, que naqueles momentos tinha carregado a pessoa em seus braços. Na narração bíblica da época em que os reis lideravam o povo de Israel, há períodos de glorias e momentos de ausência de paz e sucesso. Após o governo de Salomão, o reino se dividiu em dois: Israel (Reino do Norte) e Judá (Reino do Sul). Dez tribos seguiram Jeroboão (Norte) e duas, Judá e Benjamin ficaram com Roboão (Sul). Após a morte deste, reinou sobre Judá seu filho Abias, que foi sucedido por seu filho Asa. Com ele, seguiram-se os 10 primeiros anos de paz naquele lugar, pois o rei fez o que era bom e reto perante o Senhor (ao menos no inicio de seu governo). É importante ressaltar que, tanto em Judá quanto em Israel, onde os reis se sucediam, uns observavam os preceitos de Deus e tinha êxito, enquanto outros não o agradavam e isso resultava em muitos problemas. Destacamos a historia de Asa, pois foi exatamente a ele que o profeta Asarias alertou sobre o assunto: enquanto Judá fosse fiel ao Senhor e o buscasse, Deus seria achado; mas, se fosse deixado, também abandonaria o rei e o povo. Isso não é menos verdade hoje! A iniciativa do distanciamento não é de Deus; nós, seres humanos, é que o fazemos e depois reclamamos do abandono. O senhor está sempre disponível para ser achado – basta que o busquemos – ETA
Nossa proximidade com o Senhor depende
de nossa disposição em buscá-lo.

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